Ponto de vista do narrador Quando Rebeca finalmente acordou de vez, seus olhinhos brilharam ao ver Natália. — Táia!!! — gritou, correndo desajeitada e pulando direto para os braços dela. Natália, surpresa, abriu um sorriso enorme e a pegou no colo. — Dormiu bem, minha princesa? Rebeca assentiu com tanta empolgação que os cachinhos balançaram. Durante toda a manhã, Carlos Alberto manteve Natália sempre perto. Uma mão nas costas dela, um toque discreto na cintura, os dedos entrelaçados enquanto mostrava a casa: onde ficava os remédios da casa, a temperatura ideal do banho, o armário das fraldas e das roupas, sapatos, horário da creche-escola. Rebeca, ainda no colo de Natália, apontava tudo com autoridade de quem era dona do pedaço. Em certo momento, quando Rebeca se distraiu com um b

