CHRISTOPHER Estávamos todos reunidos na sala da minha casa, todo mundo sem entender o que Dulce quis dizer com aquelas cartas. Um anjo? Cupido? Como a gente podia acreditar em algo assim? Ao mesmo tempo, eu não queria ter que dizer que era mentira, pois nem Dulce e nem ninguém inventaria uma história dessas para ser contada depois de sua morte. Minha avó e Blanca acreditavam com toda a certeza naquilo, mas eu, Alfonso e Anahi ainda estávamos com um pé atrás. — Eu nem deveria estar pensando nisso. — falei. — Caramba, a Dulce morreu! Vocês têm noção do que eu estou sentindo? — A gente só quer que você acredite nela. — minha avó disse. — Eu notei quem ela era desde o primeiro momento que nós nos vimos. — Olha, ela tinha uma força inexplicável. — foi a vez de Anahi se pronunciar. — Às

