DULCE Tudo estava meio confuso. Não havia nada além de escuridão e silêncio, mas aos poucos eu comecei a ouvir vozes, murmúrios que pareciam vir de longe e que se aproximavam gradativamente. Meu corpo parecia pesado, assim como minhas pálpebras que eu custei a abrir. Finalmente a luz chegou em minha retina e minha visão embaçada foi aos poucos ficando nítida. — Dulce? Você está bem? — ouvi alguém preocupado perguntar ao meu lado. Recobrei todos os sentidos e tomei fôlego olhando ao redor para entender onde eu estava e o que estava acontecendo. Ao meu lado, Christopher estava agachado segurando a minha mão e me olhando apreensivo. De repente uma outra pessoa tocou o meu rosto, aproximando uma pequena lanterna do meu olho enquanto afastava minhas pálpebras. — Seus sentidos respondem à

