Nastya Meu nome é Nastya. Tenho dezenove anos e sou filha de um dos conselheiros da família russa. Isso, por si só, já define quase tudo sobre a minha vida. Meu pai é extremamente protetor. Do tipo que acredita que mulher direita não precisa circular sozinha, não precisa frequentar festas e, principalmente, não precisa ter ambições próprias. Para ele, o meu destino sempre foi muito claro: eu precisava me tornar uma boa esposa, casar bem e fortalecer alianças importantes para a família. Desde pequena, fui moldada para isso. Aprendi a sentar corretamente, a não cruzar as pernas de forma inadequada, a falar apenas quando perguntada. Aprendi a sorrir mesmo quando discordava e a engolir opiniões que jamais seriam bem-vindas. Passei anos treinando postura, etiqueta, dança, línguas estrangei

