Ana Estava saindo da favela. Andei o mais rápido possível para poder chegar no ponto de ônibus, tinha que andar muito até chegar. Não para na favela, por ser perigosa, o motorista não para em frente. Mas esse sacrifício vai valer a pena. Dou uma parada tiro a mochila para aliviar as costas que estava doendo um pouco, preciso recuperar o ar, noto que está clareando. Não é mais noite e sim, amanhecendo, deve ser às cinco e meia da manhã. Volto a caminhar e logo chego no ponto de ônibus. O banco é de madeira, mas estava tão velha que um estava com um buraco. Então, sento no banco para esperar o ônibus, claro que sentei onde não tinha o buraco. Enquanto não chega tenho que pensar para onde eu vou. Não tem outro lugar pra ir se não for lá… Ônibus acabou de chegar. Sai algumas pessoas e aprove

