Steve estava prestes a responder quando Conrado colocou a cabeça no caminho. — Não seria nenhum insulto. Poderíamos usar o dinheiro. No norte, você sabe como tudo é caro. — C...Certo. Eu gaguejei. Só naquele momento percebi que minha carteira estava na mesma bolsa que o cabeça humana. Quase tremendo, a minha mão cega pegou a bolsa. O Menino Caveira me salvou. Ele empurrou Conrado para o lado. — Ele está brincando. Você não nos deve nada. Foi bom ter você por perto. Posso visitá-la na próxima vez que estiver em Edmonton? — Sim. Eu disse com um sorriso. — Isso seria legal. Então dei a ele o número do celular que eu estava carregando. Se eu realmente conseguisse escapar sem problemas, aquele telefone estaria no lixo em menos de três horas. Charles também veio se despedir enquanto Conrado

