Treze

2605 Palavras
Era quase duas horas da madrugada quando fui forçado a despertar. O que era péssimo, porque eu tinha levado muito tempo para conseguir pegar no sono. As imagens de Yoongi com o seu namorado estavam me assombrando, assim como os pensamentos de como eu ficava nessa história. Me amargava pensar que sempre que o Park estivesse em casa, ele me ignoraria e quando viajasse, ele viria se divertir comigo como se eu fosse o seu brinquedinho favorito. Me levantei, um pouco sonolento ainda e fui até a porta. A campainha estava tocando e por não estar totalmente acordado ainda, eu nem havia parado pra pensar em quem poderia ser. Por isso, quando olhei pelo olho mágico pensei que eu devia estar sonhando ou que ele era completamente louco. De qualquer jeito não tinha como algo assim estar acontecendo de verdade... — O que você está fazendo aqui? — abri a porta, me sentindo completamente acordado de repente, e encarei Min Yoongi parado bem na minha frente. Ele estava usando um dos seus pijamas e eu sabia que — de tão filho da p**a que ele era — obviamente não estaria usando nada por baixo, porque dava para ver a marca perfeita do seu pênis no tecido fino toda vez que ele se movia. — Nós temos que conversar. — É, temos. — tentei ser frio. — Hm, então eu posso entrar? — mordeu o lábio e acariciou o meu peito. Bati o pé no chão, impaciente, mas acabei escancarando a porta e o deixando entrar. Eu estava sempre cedendo aos seus caprichos. Ele deu um passo para dentro e como forma de resistência eu não movi um músculo para longe da entrada. — Eu vi o seu show ontem. — deixei claro. — E você gostou? — perguntou com naturalidade. — Fala sério, Yoongi. — revirei os olhos irritado. — Eu gosto de você, não entendeu isso ainda? E que p***a de relacionamento vocês dois tem? — Nós somos namorados. — Namorados bem estranhos, se quer saber. — Existem vários tipos de namoros, Kookie. — voltou a afirmar aquilo. — Você não pode se apegar a um tipo e apenas taxar como o normal. — Tenta me explicar, então, porque para mim ainda não faz o menor sentido. — Jimin e eu não nos prendemos a monogamia. Quer dizer, o Jimin não dorme com outros caras, mas ele não se importa que eu faça isso. — Você diz isso, mas ele não está bravo porque você dormiu comigo? — É que tudo tem regras, Jungkookie. Nós combinamos que está tudo bem, contanto que ele me dê permissão e com você não foi assim, né? Na realidade, quando ele está fora, eu não posso ficar com outros, porque ele gosta de assistir e às vezes de participar… Fiz uma careta ao ouvir aquilo. Ele estava me dizendo que seu relacionamento era o que? Semiaberto ou algo do tipo? De qualquer jeito, com certeza eu nunca ganharia a permissão do Jimin, já que nós tínhamos quebrado as suas regras. — Não me olha assim. Sempre funcionou bem para nós desse jeito. Nunca tivemos problemas até você aparecer. — repuxou os lábios e voltou a me tocar, dessa vez nos braços. — Eu respeito o meu trato com Jimin. Nós estamos felizes assim. — Aham, sei. E você tem permissão para estar aqui comigo agora, por acaso? — o encarei chateado. — Eu aposto que ele não quer nem que você me veja. — Eu posso falar com quem eu quiser, Jungkook. Jimin não é meu dono, é o meu namorado. Só temos um trato para saciar os nossos desejos sexuais e eu o quebrei por sua causa. O Jimin está magoado. Dessa vez foi diferente. É como se eu tivesse traído ele e mesmo assim eu vim aqui te ver, porque eu sei que te devo explicações. Ele chegou de repente e não pudemos conversar sobre. — Você devia ter me contado desde o começo. — acusei. — Antes que eu me envolvesse tanto. — Eu sei, mas eu não achei que as coisas iam tão longe entre nós. Jungkookie — acariciou o meu rosto. — eu estou te dizendo que as coisas foram diferentes dessa vez… Com você. Me perdoa, eu fiquei com medo que você não entendesse. As pessoas costumam não entender. Porque p***a eu nunca conseguia resistir a ele? Yoongi brincou comigo, me usou e eu ainda o queria tanto que não conseguia manter as minhas mãos longe dele. Agarrei a sua cintura e o beijei devagar, como se estivesse aceitando as suas explicações tardias e aquele pedido de perdão raso. Rocei a língua por seus lábios e em seguida esfreguei na sua. Ele se agarrou em mim e me encarou manhoso. Comigo cedendo tão facilmente, talvez ele realmente não precisasse mesmo se esforçar para me dar desculpas ou explicações decentes já que eu abria os meus braços para ele com o mínimo. — O quão desobediente você é? — sussurrei, pegando ele pela b***a e o suspendendo para os meus braços. Ele gemeu de dor e isso só me instigou a apertá-lo mais forte. Chutei a porta, a fechando, e o levei para o meu sofá. Me sentei com Yoongi em meu colo e ele mesmo iniciou o nosso novo beijo, me dando a sua resposta. — Eu não quero terminar o que nós temos. — Nem eu, mas — Shii, não fala “mas” — encostou a sua testa na minha e depois separou, me encarando daquele jeito que me fazia acreditar que eu era correspondido em todos os meus sentimentos. — Termina com ele. — pedi. — Sem chance. Eu amo o Jimin. — essa doeu. — Não faz essa cara. — tocou o meu rosto e voltou a me beijar. — Eu o amor, mas eu não consigo ficar longe de você também. Vamos ter que falar com ele, mas ele está tão puto que vai ser difícil… Acredita que ele me deixou de castigo de verdade? Ele disse que não ia t*****r comigo por um tempo e que eu não tinha permissão para procurar outro. — Oh, entendi. Por isso você veio me ver? — apertei de novo a sua b***a para machucá-lo. Ele gemeu de dor e me encarou. — Nós dois começamos assim, Jungkook. — Mas as coisas não são como antes e se eu te deixar sem sexo também? Você vai atrás do seu hyung ou de outro qualquer? — Não! Eu só quero você e o Jimin. Eu juro. — falou como se aquilo fosse aceitável. — E porque eu ia te querer ainda se você já deixou claro que vai escolher ele no final? — Jungkook, eu preciso escolher? É você que está dizendo isso. Yoongi roçou os lábios na minha orelha e a mordeu, roçando o seu corpo no meu devagar. Segurei o cós do seu pijama e o puxei até as suas coxas. Acariciei a sua pele nua e quente. Meu tato sentia falta da sua maciez e temperatura elevada sempre que fazíamos amor. Porque eu deixava ele mexer comigo assim?! Era óbvio o que ele estava querendo propor. — Você que nós dois? — Não posso? — me encarou nos olhos, era quase hipnótico. Deslizei a mão por sua coxa e ele sentou-se com sua coluna reta, observando o caminho da minha mão por seu corpo. Eu segurei o seu p*u quase desperto e comecei a masturbá-lo. Yoongi tirou a sua camisa e me encarou fazendo beicinho, como se pedisse algo. Quando eu abocanhei o seu mamilo e o mordi — em seguida esfregando a língua em volta dele, sentindo o quão duro o seu biquinho estava — ele gemeu satisfeito e acariciou os meus cabelos. Suspirei e******o e continuei chupando o seu mamilo até senti-lo inchar nos meus lábios. Era f**a como o Yoongi era viciante. Cada parte sua, cada gosto seu... Eu tinha medo que ele acabasse conseguindo o que queria de mim; manter o seu relacionamento com o Park, enquanto eu me tornava a sua f**a casual. — Kookie, você está tão duro. — moveu-se devagar, provocando. — Você não quer que eu te chupe? — Me deixa ver a sua b***a. — pedi, querendo checar o seu estado real. Ele levantou-se — mais obediente do que o de costume — e virou-se de costas. Sua b***a estava avermelhada e com alguns hematomas. Peguei as suas nádegas e apertei um pouco. Yoongi gemeu de novo em seu misto de dor e prazer. Ele gostava mesmo daquilo? Eu sabia que ele gostava de algo mais agressivo, mas naquele nível? — Como você deixa ele fazer isso com você? — Eu gosto, é por isso que ele faz. Não viu como ele me fez gozar só me batendo? Abaixei as minhas calças e o encarei, esperando que ele desse vida a proposta que havia me feito há poucos segundos. Eu não queria ouvi-lo mais falar sobre o seu namorado ou como ele o fazia gozar. Era melhor que ele mantivesse sua boca ocupada com a ereção que havia vindo despertar em mim a essa hora e considerando como a sua b***a estava machucada não ia ter como eu f***r ela dessa vez. Entendendo a minha ação, ele se ajoelhou entre as minhas pernas e segurou o meu pênis. Sua língua me molhou ao deslizar da base até a ponta e eu pensei que, de certo modo, tinha algo sobre o seu namorado que me excitava muito. Como o fato dele estar em casa dormindo agora, enquanto Yoongi estava ajoelhado para mim, enquanto acariciava o seu próprio pênis e gemia com a sua boca cheia, que se deliciava com o meu p*u. Agarrei a sua nuca e o meti todo dentro da sua boca. Ele me encarou surpreso e lacrimejou. Não me importei e continuei estocando a sua boca. Só que, mais uma vez, Yoongi me mostrou que tinha todo o controle do sexo oral. Ele esfregava a língua em volta da minha glande, me deixava entrar até onde eu alcançasse e, como se não bastasse, ele controlava a velocidade, variando de um ritmo acelerado, seguido de uma mais calmo que me fazia gemer e erguer os quadris. De repente ele me tirou da sua boca e ficou esfregando a língua bem na ponta. Seus olhos felinos me encaravam, quando ele passou a lamber os seus lábios e depois chupou os seus dedos. Eu sabia o que ele queria. A sua entrada devia estar piscando, louca para ser preenchida. Ele a esfregou sem mais delongas e voltou a me chupar. Agarrei os seus cabelos de novo e estoquei a sua boca, empurrando o meu p*u contra a sua bochecha e garganta. Eu estava gozando e não era novidade para mim que Yoongi adorava o sabor da minha p***a e que ele engoliria até a última gota, mas era um saco ter que pensar que Jimin também fazia isso. — p***a, você continuou duro depois de gozar tanto. — disse me masturbando e se levantando. Ele me surpreendeu ao virar-se de costas para mim e sentar-se sobre o meu p*u, que escorregou para o meio da sua b***a. Com nossos corpos perfeitamente encaixados, ele começou a mover os seus quadris para frente e para trás. — Não faz isso. — reclamei, como se aquilo não fosse delicioso, mas eu estava preocupado com ele. — Porque não? O seu p*u tá doido para me f***r, né? Porque ele não admitia que era ele que estava louco para ser fodido? Não foi exatamente para isso que ele tinha vindo até aqui no meio da madrugada? Apertei a sua cintura e o deixei rebolar como queria. A massagem que ele fazia na minha ereção era gostosa demais para que eu resistisse por mais tempo. — Você está machucado, acha que aguenta? — perguntei, à medida que deslizava um dos meus dedos para dentro dele e deixava o meu p*u f***r o meio das suas coxas. Yoongi arrepiou-se e o seu gemido era uma súplica clara. Assim como eu, ele tinha noção de que cada estocada que eu desse contra ele iria bater mais forte na sua b***a já agredida? Talvez fosse isso que o excitasse, levando em conta como ele gozou só de apanhar na b***a. — Eu não tenho camisinha. Acabou. — menti apenas para vê-lo desesperado. — Eu trouxe. — ele foi até a calça do seu pijama no chão, pegou a camisinha do bolso e me entregou. O encarei presunçoso, aceitando a camisinha e ri baixo, enquanto a vestia. — O que foi? — me encarou. — Bem, eu pensei que você tinha vindo conversar. — Qual é? Não precisa agir como se somente eu quisesse isso. O peguei pela cintura e o puxei de volta para mim. Encaixei a minha glande na sua entrada e ele sentou-se devagar. Levantei as suas coxas e ele apoiou os pés no assento do sofá. Comecei a tocar o seu corpo, enquanto o fodia devagar. Yoongi encostou-se em meu peito e jogou a cabeça por cima do meu ombro, gemendo de dor e prazer. Eu tinha certeza que o menor contato com a sua b***a era doloroso. — Nossa, eu amo o jeito como você me fode. Vi a sua mão seguir na direção do seu pênis e a segurei, a impedindo de continuar o que pretendia fazer. Ele gemeu frustrado e me encarou. Peguei o seu corpo e o fiz ir para o chão. Eu nem precisei dizer nada e lá estava Min Yoongi de quatro, todo empinadinho, me esperando como se estivesse no cio. Eu não hesitei ou brinquei, só o agarrei pela cintura e lhe fodi do jeito agressivo que ele gostava. Meus quadris batiam forte contra as suas nádegas machucadas e novamente ele ia tentar se masturbar. Agarrei o seu pulso e o puxei para trás. Desse jeito, se ele tentasse usar a outra mão, certamente cairia. — Mas que p***a, Kookie. — choramingou. — Eu quero que goze assim, somente com o meu p*u fodendo essa bundinha gostosa. — Não brinca. Isso não é fácil. — Então, você não vai gozar hoje, porque é assim que vai ser. — fui firme, me empurrei todo para dentro dele e fiquei parado. Yoongi rebolou impaciente e eu voltei a me mover, lhe dando estocadas certeiras. Suas pernas tremeram. Não parecia que ia ser difícil para ele satisfazer aquela minha nova fantasia. — Eu acho que você já está prontinho para gozar. O meu p*u nunca ficou tão apertadinho dentro de você como agora. Você adora isso, não é? — dei uma bela olhada em como a minha ereção deslizava pelo seu buraquinho que me engolia ansioso. — É, eu adoro seu p*u. Agora me deixa gozar, por favor, Kookie. Eu enfiei os dedos em seus cabelos e os puxei, ainda prendendo o seu pulso acima da sua lombar. Eu o faria gozar. — Olha para mim. Yoongi virou o rosto, obediente, e vi que a sua boca estava vermelha de tanto que ele se mordia. Não demorou muito, ele apertou os seus olhos, urrando de prazer e sujou o meu chão com o seu esperma, antes de quase cair sobre ele por causa das suas pernas enfraquecidas pelo orgasmo. O segurei e o fiz deitar-se. Tirei a minha camisinha e me masturbei, vendo como ele deslizava as mãos pelo próprio corpo, curtindo a textura de sua pele. Meu deleite veio com a visão daquela cena. Eu gozei em sua barriga e, como sempre, eu era pego pelo imenso desejo de abraçá-lo e beijá-lo como se ele fosse meu.
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