Uma noite de prazer parte 1

1386 Palavras
Bianca Eu ainda estava sentindo o gosto do beijo quando a pergunta escapou da minha boca, antes que eu pudesse pensar melhor. — O que mais você sempre imaginou fazer comigo? A música ainda tocava ao fundo, mas parecia distante. O mundo tinha encolhido naquele espaço pequeno entre nós dois. O Gael me olhou por um segundo mais longo do que o normal, como se estivesse decidindo se dizia a verdade ou se escapava com uma piada. Ele escolheu a verdade. Sorriu de lado. Um sorriso lento. Perigoso. — Se você quiser… — ele começou, aproximando o rosto do meu — eu posso te levar até o quarto lá em cima e te mostrar. Meu estômago deu um nó delicioso. A resposta veio antes da dúvida. — Então me mostra. Ele não disse mais nada. Só segurou minha mão com firmeza e me guiou pelo salão do hotel, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Eu não olhei para trás. Não pensei na festa. Não pensei em ninguém. Só nele. O elevador estava vazio. Entramos sozinhos. As portas se fecharam com um som baixo demais para o barulho que meu coração fazia. E foi ali que ele me beijou de novo. Dessa vez, mais intenso. Mais profundo. A boca dele encontrou a minha sem pressa, como se tivesse todo o tempo do mundo. Eu senti o corpo inteiro responder. O calor subiu rápido, minha pele ficou sensível demais, minha cabeça leve demais. Ele se afastou só o suficiente para encostar a testa na minha. — Tem certeza? — perguntou, com a voz baixa. — Tenho — respondi. E beijei ele. O beijo ficou mais urgente. As mãos dele desceram pela minha cintura, me puxando contra o corpo dele. Num movimento fácil, ele me ergueu, e eu enrosquei as pernas ao redor da cintura dele sem pensar duas vezes. A porta do elevador se abriu. Ele não me soltou. Saímos assim, eu grudada nele, rindo baixo contra o pescoço dele, enquanto ele caminhava pelo corredor vazio do hotel. Não havia ninguém. Nenhuma alma viva. Só nós dois e aquela pressa boa de quem sabe exatamente para onde está indo. A porta do quarto se fechou atrás da gente com um baque surdo. E o mundo ficou pequeno de novo. Ele me levou até a cama e me colocou ali com cuidado. A gente se beijava o tempo todo. Sem pausa. Sem espaço. Como se parar fosse perigoso. As mãos dele começaram a se livrar da minha roupa. O vestido caiu pelo meu corpo como se nunca tivesse sido importante. Eu ri, sem fôlego. — A Gabi vai me matar — murmurei. Ele sorriu contra a minha boca. — É só não contar pra minha irmã. A camisa dele foi a próxima a ir embora. E eu… eu fiquei parada por um segundo. O abdômen dele era exatamente como eu imaginava. Forte. Definido. Cada músculo desenhado como se alguém tivesse planejado aquilo com cuidado demais. Passei a mão pelo peito dele devagar, sentindo a pele quente sob meus dedos. Ele fechou os olhos por um instante. — Não olha assim pra mim — disse, rindo baixo. — Não consigo — respondi. Ele se inclinou, beijando meu pescoço, deixando a boca ali por tempo demais. Minha cabeça tombou para o lado sem pedir permissão. O toque dele não tinha pressa. Cada beijo parecia uma promessa. Quando ele voltou a me beijar, eu já estava completamente fora de mim. A boca dele desceu pelo meu pescoço, deixando um rastro de beijos molhados e mordidas suaves. Eu gemi, sentindo o corpo inteiro se arrepiar. As mãos dele deslizaram pelo meu corpo, explorando cada curva do meu corpo, como se estivesse memorizando cada detalhe. Ele se afastou apenas o suficiente para me olhar nos olhos, um sorriso malicioso nos lábios. — Você é linda — ele sussurrou, antes de voltar a me beijar. As mãos dele desceram até a minha cintura, e ele começou a descer o zíper do meu vestido, lentamente, como se estivesse desvendando um presente. O tecido caiu pelo meu corpo, deixando-me exposta, mas não me senti vulnerável. Eu me senti poderosa, desejada. Ele se afastou um pouco, seus olhos percorrendo meu corpo com uma intensidade que me fez tremer. Ele passou a mão pelo meu se*io, roçando o polegar no mamilo, que endureceu instantaneamente. Eu arqueei as costas, pedindo mais, e ele riu, um som baixo e rouco que me fez querer mais. — Você é tão linda — ele repetiu com a voz pesada de desejo, antes de se abaixar e capturar meu mam*ilo na boca. Ele chupou, lambeu, mordiscou, e eu gemi, sentindo o calor se espalhar pelo meu corpo. Ele repetiu o movimento no outro sei*o, e eu estava delirando de desejo. Ele desceu pelo meu corpo, beijando cada centímetro de pele, até chegar à minha bo*ceta. Ele olhou para mim, um sorriso safado nos lábios. — Você é uma delícia…— ele disse com um olhar sombrio de desejo, antes de se abaixar e passar a língua pela minha v***a. Meu corpo se contorceu em resposta ao estímulo . Gael chupou a minha v***a, e começou a alternar entre lambidas, e chupões. Minhas respiração estava cada vez mais pesada, minhas mãos apertavam os lençóis instintivamente. Não satisfeito ele abriu ainda mais as minhas pernas segurando de um jeito que eu não conseguiria fechar. Então ele enfiou a língua dentro de mim,ele se movimentava tão profundamente que meus olhos reviraram. Parecia que queria me devorar. Então Gael parou de me chupar por um instante e enfiou dois dedos dentro de mim,me fazendo gritar. Os seus dedos eram grossos e longos, o que me fez perder o fôlego. Ele fazia movimentos de vai e vem lentamente o que me deixava louca. Quando pensei que não poderia melhorar ele alcançou meu clí*toris endurecido com a boca e começou a chupar. A sensação de ser chupada e fo*dida ao mesmo tempo era simplesmente maravilhosa. Meu corpo começou a se mover involuntariamente. Minhas pernas queriam fechar, meu quadril queria rebolar, Gael percebeu e prendeu ainda mais as minhas pernas com seus bíceps. Era uma tortura deliciosa. Ele acelerou ainda mais seus movimentos, chupando ainda mais forte, meu corpo inteiro queimando de tes*ão, quando finalmente gemi chamando seu nome. Minhas mãos segurava a cabeça dele. Ele chupou com mais força, e eu go*zei, o meu corpo inteiro tremia, o prazer explodindo em cada célula do meu corpo. Ele retirou os dedos devagar e levou a boca, chupando com tanto gosto, como se tivesse comido a melhor coisa do mundo. Ele depositou um beijo na minha v***a e na minha coxa. Minha respiração ainda estava voltando ao normal quando ele se levantou, com um sorriso satisfeito nos lábios,e uma ere*ção gigantesca. Gael tirou a calça e a cueca, e eu quase fiquei sem ar novamente. O seu p*au era grande, grosso, e com a cabecinha bem rosada. Mordi os lábios. Eu queria aquilo. Eu queria ele. Eu me sentei na cama e sem pensar duas vezes eu puxei ele para mim. Eu queria sentir o gosto dele, queria sentir cada centímetro dele na minha boca. Eu passei a língua pela ponta, e ele gemeu levemente, segurando minha cabeça com as mãos. Eu o chupei, sentindo a sua ere*ção crescer ainda mais na minha boca. Continuei chupando lentamente, sentindo aquela veia na lateral latejar. Como era grande demais não consegui colocar tudo na boca, então me concentrei no que eu podia alcançar. Lambia e chupava a cabecinha enquanto masturbava o comprimento com as mãos. Lentamente. E comecei a acelerar o movimento quando ele se afastou, retirando da minha boca. — Bianca. Está uma delícia, mas quero aproveitar essa chance de uma outra forma.— Fiquei confusa, e pensei, que eu tinha feito alguma coisa errada. Ele me puxou para cima da cama, me colocando de quatro. Gael puxou alguns travesseiros que estavam espalhados por ali e colocou de apoio embaixo da minha cintura,me deixando ainda mais curvada, porém confortável. Ele se posicionou atrás de mim, e eu senti sua ereç*ão extremamente rígida roçar na entrada da minha bo*ceta. Eu estava encharcada e doida para sentir como seria ser fo*dida pelo irmão mais velho da minha melhor amiga. Gael entrou devagar, e eu gemi, sentindo cada centímetro dele me preenchendo.
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