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779 Palavras

Maria O carro estaciona na entrada do morro, como sempre. Gustavo desliga o motor e se vira para mim, um sorriso de canto nos lábios. — Eu espero ansioso a noite só pra te trazer pra casa. Sorrio de volta. As palavras dele me fazem sentir algo quente no peito. — Eu não deveria dizer isso, mas estou cada vez mais envolvido com você. Meu sorriso vacila por um instante. Eu queria acreditar que isso era algo simples, mas não era. — Você não poderia dizer isso por causa de quem eu sou filha e de quem você é? — Pergunto, sustentando o olhar dele. — Você sabe que um relacionamento entre nós é impossível. Ele ri, balançando a cabeça. — Você que acha. — Seus olhos brilham no escuro. — Daqui a pouco, você vai entrar na faculdade, sair do morro… Cruzo os braços, arqueando uma sobrancelha. —

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