CAPÍTULO 17 Marcos narrando Fazia uns três meses que o meu morro e de outros aliados tinham entrado nos planos da polícia para uma operação de pacificação. Até agora, nada de ataques, mas aqui no Alemão, com meus homens, eu estava preparado para qualquer problema. – Marcos! – Mateus me chama, arrancando-me de meus pensamentos. – Fala – respondo, ainda meio distraído. – Tá viajando? Tô te chamando há horas – ele ri. – Pensando em alguma morena? – Sim – respondo, sem hesitar. – A moradora nova que peguei ontem à noite. – Não toma jeito – ele fala, rindo. – Até Tais descobrir. – Tais sabe – falo, com um sorriso sutil. – Não fala nada porque sabe que perde a vida de madame. – Não entendo esse relacionamento de vocês não – ele comenta. – Quem tem que entender somos nós – digo, sem me

