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686 Palavras

Gustavo narrando Estacionei o carro na frente da parada e baixei o vidro. — Ei, Maria — chamei. — Quer uma carona? Ela olhou para mim com um leve sorriso. — Oi, Gustavo. Meu ônibus já está vindo. — Eu passo por lá, você sabe disso. Não custa nada. Ela hesitou por um instante, mas acabou cedendo. — Tudo bem. — Levantou-se e entrou no carro. — Obrigada. Esse ônibus demora uma eternidade. Liguei o carro e saí dali. — Está com fome? — perguntei, sem tirar os olhos da rua. — Fome? — Ela arqueou uma sobrancelha. — É. Ainda não jantei e estava pensando em parar para comer uma pizza. O que acha? — Se for rápido, acho que não tem problema — respondeu, ajeitando-se no banco. — Perfeito — disse, sorrindo, e segui para uma pizzaria ali perto. Maria era bonita. Tinha um sorriso encantador

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