Um corredor. Longo e sombreado, estendendo-se impossivelmente à sua frente. Ele conhecia este corredor, este caminho frio feito de pedra n***a. Ele caminhou mais, avançando mais perto da porta à sua frente, seus passos como uma cacofonia de gotas de chuva caindo no telhado. Por que ele estava aqui? Ele pensou, suas pernas avançando. Por que ele voltou, quando já esteve aqui antes? Mas então a porta se abriu. Ele os alcançou tão abruptamente que ele parou. Familiar, n***a e de madeira como era antes, a porta o encarou. Ele olhou ao redor, mas não havia para onde ir, exceto para a frente. Ele ergueu o braço e lentamente envolveu a alça com os dedos. Entre, sussurrou a porta, venha até nós. Ele olhou para trás mais uma vez. Não havia nada, nada além dele e o corredor frio e a calmaria

