LXIV

2102 Palavras

Fiquei a noite inteira sem conseguir pregar o olho por sequer um instante, mas em algum momento o cansaço deve ter tomado conta de mim e adormeci sem sequer me aperceber. (...) Acordo atordoada com batidas ritmadas na porta de meu aposento. Então me sento em minha cama me espreguiçando, e acho que fiz m*l, pois do nada às cenas que ocorreram mais cedo, deixaram claro que não foi um sonho e sim real. Muito real. De imediato elevo a minha mão aos meus lábios incrédula com o que acontecera e sinto o meu rosto queimar e o meu coração acelerar. Voltam a bater na porta outra vez me acordando de meu transe irreal. - Nirlian, é a Fátima e a Liana. - ambas falam e eu jurava que ia me fazer ficar calma, mas me deixa mais é em pânico. - Nirlian, apenas respire e se contenha. - falo comigo mes

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