Adentramos em meu aposento e o meu pai o avalia com o seu olhar esverdeado. - Bonito, como a minha filha. - ele elogia e eu sorrio. - Está tudo bem, não se machucou durante o atentado? - finalmente ele expõe a sua preocupação, me encarando minuciosamente, como se procurasse algum ferimento. - Não se preocupe, eu estou melhor do que bem. - eu o respondo, nem pensar que contarei que se não fosse pelo príncipe Alon, eu teria sido acertada por uma flecha bem no meio de minha cabeça. - Você consegue me deixar um tanto apreensivo, Nirlian! - meu pai fala frustrado. - Por vezes acho melhor, que não se envolva mais com nenhum dos casos reais. - ele diz realmente frustrado e eu suspiro. - Pai, não me aconteceu nada e não me acontecerá. Alguma vez, eu já criei problemas para o senhor? - o questi

