LVII

1801 Palavras

- Nirlian! - ela me barra antes que eu pudesse abrir a porta. - Me desculpe, por eu não ter percebido, nada do que está acontecendo. - ela lamenta. - Eu estou me sentindo uma péssima amiga. - ela fala tristonha. - Não tinha como você saber, você não é nenhuma vidente e eu também não queria que você estivesse envolvido nesse assunto. - eu a respondo, e ela entorta a sua cabeça suspirando. - Eu ainda não consigo perceber a sua capacidade de ficar assim, mediante toda essa situação. - ela diz e levanta a sua mão tremendo na minha direção. - Eu ainda estou pasma e acho que isso não vai passar nunca. - ela fala. - Rapariga, se acalme que nós temos que voltar aos nossos afazeres. - eu falo e ela suspira. - Eu só te contei por medo que o idiondo do Samuel te pudesse a vir te manipular e para q

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