Capítulo 34
Antonella narrando
Eu abro os meus olhos e vejo que estava no quarto de Nolasco, procuor por ele mas ele não estava, eu pego uma camisa e desço correndo procurar a chave do meu quarto e encontro a chave em cima do balcão, o que eu acho estranho.
— A chave caiu no chão – eu falo pegando a chave na mão. Eu sinto um cheiro na chave e coloco no nariz vendo que estava perfumado. – merda!
Eu vou atéa dispensa da casa e começo a procurar por algumas chaveaduras antigas e encontro uma chaveadura antiga com uma chave, eu subo para o quarto, olho para todos os lados e vejo que estava tudo vazio, eu mesmo pego as chaves e troco o miolo da chaveadura e jogo tudo dentro do lixo do meu banheiro.
— Esse filho da p**a quer entrar dentro do quarto para descobrir algo – eu falo.
Eu abro a minha cômoda e pego os fundos falsos e vejo todos os documentos, estava na hora de dar o fim nisso.
Eu pego os documentos e olho para as identidades, lagrimas desce pelo meu rosto na mesma hora..
— Me desculpa pai – eu falo para ele – eu falhei, ainda não consegui me vingar pela morte das minhas irmãs. Estou sentindo tudo se fechar ao meu redor.
Eu pego o balde e coloco tudo dentro, pego álcool e coloco fogo, eu deixo no chão e fico olhando tudo pegando fogo, apenas fico com o documento que iria suar se caso precisasse fugir daqui e eu estava vendo a hora que iria ter que fugir desse morro, as coisas estão ficando cada vez mais difícil aqui dentro.
Flash black onn
— Antonella, Donatella e Onella – Meu pai fala nos chamando – vamos meninas, precisamos arrumar as malas. – ele fala nervoso
— O que está acontecendo? – eu pergunto
— Ajude as suas irmãs – ele fala – preciso resolver umas coisas.
— Que coisas papai? – eu pergunto para ela.
— Me prometa Antonella – ele fala me encarando – que você vai proteger as suas irmãs se algo acontecer comigo.
— O que poderia acontecer com você? – eu pergunto
— Somente me prometa – ele fala
— Eu prometo papai – eu falo para ele e ele beija a minha testa.
— Arrume as suas coisas e as de suas irmãs e vão embora – ele fala. = eu encontro vocês.
Flash black off
Capítulo 35
Antonella narrando
Eu vou até a boca e encontro Salve e ele me encara,.
— Sua maluca, está fazendo o que aqui? – ele pergunta – estão todos de olho na gente, ainda mais depois que o cara foi morto e até gora não entendi como ele foi morto.
— Não fui eu – eu respondo para ele
— Foi você sim, eu te conheço muito bem – ele fala – olha Antonella, quero você longe de mim.
— Está caindo fora ?
— Não quero ficar na mira de ninguém, tenho amor a minha vida – ele fala – tenho minha mãe para sustentar
— Você não pode me abandonar aogra – eu falo para ele.
— Estou te abandonando Antonella – ele fala
— você é maluco? Vai ir para o lado do Nolasco? Vai me entregar agora c*****o.
— Não vou te entregar – ele fala me encarando – mas não vou mais ficar do teu lado, você é inconsequente,você colocou fogo na merda do morro, sem pensar em pessoas inocentes.
— Eu pensei, eu coloquie nos galpões – eu falo para ele
— Mas pegou casas – ele fala
— Mas ninguém morreu – eu respondo
— Mas matou um homem inocente que sabia que era você – ele fala me encarando – ou vai mentir que ele não deve ter ido até você te ameaçar?
— Eu não sei do que está falando.
— Ele tinha família, filhos – ele fala – crianças choram pela morte do pai , mas você não está nem ai, sabe porque? – eu o encaro
— Você não sabe o que está falando – eu digo nervosa – se eu cair, você cai também.
— Não – ele fala – você sabe que você tem muito mais a perder do que eu, não me ameace, não adianta me ameaçar – ele fala apontando o dedo na minha cara – você só pensa em você mesmo, não pensa em ninguém. A partir de agora, não conte mais comigo, eu não faço mais parte desses teus planos suicidas.
— Salve – eu falo nervosa – você não sabe do que está falando, você precisa me ajudar, somos parceiros.
— Não somos – ele fala – você nunca foi minha parceira, eu fui seu parceiro, mas você nunca pensou em mim. Agora vaza daqui Antonella e nunca mais me procure.
Capítulo 36
Antonella narrando
Eu olho para Salve Nervosa e ele me encara me mandando sair com as mãos.
— Você vai se arrepender por isso.
— Vai me matar também? – ele pergunta
— Você vai se arrepender por estar me traindo, isso é traição.
— Eu fui seu parceiro por muitos anos – ele fala – agradeço por tudo que fez pela minha família, mas não dá, você perdeu totalmente a noção. Você não é essa Antonella, você não é! – ele afirma
— Eu sou essa Antonella.
— Não – ele fala me encarando – uma mulher que mata, que destrói sem pensar nas consequencias, não é você. Você está cega por algo que vai te matar, e no final, ninguém vai fazer vingança pela sua morte da mesma forma que você está fazendo, sem nem saber se o seu pai e suas irmãs eram péssoas inocentes.
— Eles eram!! – eu falo gritando – eles eram.
— Isso é o que você acha – ele fala – vai embora, tenho muito para fazer e já digo, não me procure mais.
Ele fala saindo da boca e me deixando ali sozinha, eu fecho os olhos e fico nervosa, chuto a mesa e cai tudo no chão, eu respiro fundo e deixo que as lagrimas caia sobre os meus olhos.
Eu estava sozinha, estava sozinha nesse morro, a única pessoa que eu poderia contar agora era a irmã de Toco.
Eu saio para fora e começo andar pelo morro até que vejo Nolasco conversando e dando ordem a alguns vapores, parecia nervoso e estava armnaod os vapores para ficar de butuca em todos os lados do morro, a gente se encara, eu me aproximo dele e ele manda os vapores saírem.
— Toco ligou, quer te ver – ele fala
— Eu não vou naquela penitenciaria essa semana – eu falo para ele
— E o que eu digo a ele? – ele pergunta
— Diz a ele, que eu estou indisposta – eu respondo e ele me encara
— Ele não vai gostar – ele fala – ele foi bem claro que queria a mulher dele lá – Nolasco fala em um tom irônico e eu o encaro.
— E eu estou mandando você dizer a ele, que eu estou indisposta – ele abre um sorriso de canto.
— ]Eu adoro ver como você acha que manda nas coisas – ele fala rindo e eu estreito os olhos para ele – irei dizer a ele, depois não reclame.
— Eu quero sair do morro – eu falo e ele me encara
— Qujer ir a onde?
— Dar uma volta – eu respondo – é domingo, quero ir ao shopping fazer compras.
— Seu marido está preso – ele fala me encarando – você não tem dinheiro.
— Toco tem dinheiro.
— O morro tem dinheiro – Nolasco fala – o comando aqui é meu agora, a ordem é que você não saia do morro sem que eu autorize.
— Ué, então é só autorizar – eu falo para ele.
— Não, eu não autorizo – ele fala entrando na boca.
Capítulo 37
Nolasco narrando
Antonella estava virada no veneno e abro um sorriso vendo ela subir, volto para a boca e continuo mexendo na contabilidade do morro e uma grana alta estava faltando aqui dentro, desviado para as contas com o nome Donatella e Onella. Eu precisava chegar até essas contas.
Ryan entra na boca e me joga a chave, eu encaro a chave e abro um sorriso.
— Era isso que queria ? – ele pergunta
— Era – eu respondo
— A irmã de toco – ele fala
— O que tem?
— Escutei ela falando sobre Medrado – ele me encara – eles tinha um caso.
— Será que ela pode desvendar algo sobre a morte dele? – eu pergunto
— Ela é bem amiga da Antonella – ele fala.
— Eu preciso entrar no quarto dela – eu respondo. – vou fazer isso agora.
— E descobriu o que Carina queria? – ele pergunta
— Nem retornei – eu respondo.
— Até quando vai dar perdido nela?
— Até eu conseguir – eu respondo e ele começa a rir.
— Nolasco, se essa mulher aparece no morro, ela vai te comer o juízo – ele fala
— Deixa ela, eu dou um jeito nela.
Eu vou para a casa e estava tudo silêncio no quarto de Antonella, eu pego a chave e coloco na chaveadura, mas a porta é aberta e eu tiro a chave rapidamente e ela me encara.
— Está me procurando? – ela pergunta me encarando.
— Como você me viu aqui?
— Não vi – ela fala sorrindo – eu estava descendo comer algo. – eu olho para ela de cima a baixo vendo ela arrumada.
— E posso saber onde você vai?
— Sair do morro – ela fala me encasrando
— Eu já disse que eu não autorizei – eu falo para ela.
— Me coloca no micro ondas Nolasco – ela fala – se tiver coragem. – ela fecha a porta
— Antonella, eu dei uma ordem – eu falo para ela.
— E eu estou dizendo que não vou seguir ela – ela me responde – nem você e nem ninguém aqui dentro, vai me impedir de fazer algo.