Era muito cedo para batidas na porta. Érina dormia pesadamente na cama, nua e com as pernas cruzadas nas minhas, minha cabeça estava no auge e eu ainda me estourava de felicidade. Tentei me mover devagar, tomei cuidado pra ela não acordar e saí do quarto vestindo minha calça jeans sem cueca, apenas me tampando o suficiente para abrir a porta. O grandão bonito, responsável pelo pagamento, de corte militar e todo durão estava na minha porta, do lado da Briana. Eu pisquei, ele piscou, ela sorriu e eu fui fechando a porta de novo, mas ele enfiou a mão, abriu a palma e parou a madeira. — Se a sua namoradinha espiã entrar eu pego ela de novo. Você é grande, mas é um só. A gente sai rolando nessa escada aí e vê a sorte. Que acha? — Dando opções? — ele sorriu de lado — Está de bom humor? —

