Capítulo 13

1032 Palavras
A noite parecia ter sido mais c***l, mais intensa. Mais… real. Dessa vez, quando Alícia acordou, não foi apenas suada e ofegante como das outras vezes. Seu corpo estava em um estado que beirava o desespero. A respiração era pesada, os s***s sensíveis, os b***s rígidos, latejando de tanta excitação. A parte entre suas pernas estava úmida, dolorida, pulsando de tanto t***o acumulado. E, como se não bastasse, um gemido escapou involuntário de seus lábios no exato momento em que abriu os olhos, sem que conseguisse segurar. Arregalou os olhos imediatamente. Roberto estava ali, ao lado, sentado na beira da cama, olhando-a com aquele sorriso meio bobo, meio malicioso — aquele sorriso típico de quem acha graça, mas também se sente satisfeito pelo motivo, mesmo sem saber exatamente qual era. — Sonhando com a nossa lua de mel, amor? — perguntou, passando a mão pelos cabelos, com aquele tom de voz que misturava carinho e desejo. Ela respirou fundo, tentou disfarçar o susto, ajeitou o corpo no lençol amassado e forçou um sorriso, mesmo que por dentro estivesse completamente desconcertada. — Sim, amor… — mentiu, mordendo o lábio, desviando o olhar. Mas a verdade era outra. O sonho tinha sido novamente com ele. Aquele homem da Grécia. Aquele desconhecido que, desde aquele dia, não saia dos seus pensamentos… nem dos seus sonhos. Era como se seu corpo tivesse sido marcado. Como se, de alguma forma que ela não conseguia entender, ela pertencesse àquele homem. Como se ele tivesse deixado nela uma impressão invisível, gravada na pele, na alma. Por mais que tentasse se enganar, seguir a vida, focar no casamento, no amor que tinha por Roberto, aquela lembrança se recusava a morrer. Na sua mente, ainda ecoavam os toques, os olhares, os beijos daquele desconhecido. A maneira como ele dominava seus sentidos. A forma como a fazia se sentir viva, inteira, completamente desejada. Seu corpo tremia só de lembrar. E, por mais c***l que fosse admitir, ela sabia… Era como se fosse dele desde aquele dia. Mas não podia. Não deveria. Então engoliu seco, respirou fundo e se forçou a estar ali, no presente. Roberto, por sua vez, percebeu o quanto ela estava diferente. O quanto seu corpo estava ofegante, quente, sensível. Seus olhos meio perdidos, os b***s dos s***s endurecidos sob a camisola fina, as coxas inquietas. E aquilo, claro, acendeu nele um desejo imediato. Sem esperar muito, deslizou a mão sobre o tecido da camisola, encontrou o seio dela e apertou levemente, sentindo o quanto estava rígido. O polegar passou sobre o bico sensível, arrancando um suspiro dela, que tentou conter, mas não conseguiu. — Está toda sensível hoje, hein… — comentou com um sorriso, enquanto sua boca deslizava para o pescoço dela, distribuindo beijos lentos, molhados, quentes. Ela fechou os olhos, permitindo-se, nem que fosse por alguns segundos, esquecer a confusão dentro da cabeça. Seu corpo pedia, ansiava, implorava por alívio, e se era Roberto que estava ali, então… que fosse. A mão dele desceu, acariciando a lateral de sua cintura, depois deslizando pela coxa, apertando, alisando, subindo lentamente, até alcançar aquele ponto onde ela mais precisava de atenção. Ela estava tão molhada que o tecido da calcinha parecia inútil. Roberto sorriu contra a pele do pescoço dela. — Nossa, amor… Você tá tão molhada… — sussurrou, mordiscando a orelha dela, sua voz rouca, carregada de desejo. Ela apenas mordeu o lábio, apertou os olhos. Não respondeu. Talvez porque a resposta, se fosse verdadeira, revelaria mais do que deveria. As mãos dele não paravam. Puxou a alça da camisola, deixando um dos s***s completamente à mostra, e logo em seguida levou a boca até lá, sugando o bico com vontade, fazendo-a arquear as costas, apertando o lençol com força. Os beijos desceram, e as mãos ágeis foram se livrando de qualquer barreira que ainda existia entre eles. A camisola deslizou pelo corpo dela, ficando esquecida em algum canto da cama. Ele puxou a própria camiseta pela cabeça e, em segundos, estava nu também. Se posicionou entre suas pernas, abrindo espaço, enquanto segurava o próprio m****o, rígido, pesado, pulsando. Deslizou a ponta por toda a extensão da entrada dela, que estava absurdamente molhada, escorregadia, quente. Esfregou algumas vezes, deixando-a ainda mais sensível, até que, segurando firme na base, alinhou e, com um único movimento, entrou nela com força, fundo, firme, arrancando dela um gemido alto, misto de prazer e alívio. — Ah… amor… — ela arfou, segurando nos ombros dele. Roberto gemeu baixo, sentindo o quanto ela estava apertada, quente, completamente receptiva. — Caramba… você tá tão apertada… — sussurrou contra os lábios dela. — Tão molhada, amor… Eu te amo tanto… — completou, começando a investir com movimentos longos, firmes, mas cheios de carinho, de cuidado. Ela segurava forte nos braços dele, com as pernas entrelaçadas em sua cintura, deixando-o ir fundo, muito fundo, em cada investida. O som dos corpos se chocando, molhados, preenchia o quarto junto com os suspiros e gemidos dos dois. Mas, por mais que ela tentasse estar presente, sua mente insistia em trair. Nos olhos fechados, no prazer que se espalhava pelo corpo, as imagens se confundiam. Ora era Roberto, seu noivo, o homem que escolheu pra vida. Ora era aquele outro… aquele homem que aparecia toda noite em seus sonhos, dominando seus pensamentos, seus desejos, seu corpo, como se a tivesse possuído pra sempre. Os movimentos aceleraram. Roberto segurou forte na cintura dela, trazendo-a mais pra si, entrando ainda mais fundo, mais forte, arrancando dela gemidos cada vez mais altos. Beijava seu pescoço, sua boca, seus s***s, como se quisesse provar, marcar, dizer que ela era dele. Ela apertou os olhos, arqueou as costas, e, quando sentiu o corpo inteiro estremecer, gozar, tremer sob ele, mordeu o próprio lábio, segurando pra não deixar escapar o nome errado. Porque, no fundo… no fundo, ela sabia. Por mais que seu corpo estivesse ali, naquela cama… sua alma ainda estava presa na praia da Grécia. Nos braços de um homem que ela nem sabia o nome — mas que, de alguma forma, parecia ser seu dono desde aquele dia. ADICIONE O LIVRO NA SUA BIBLIOTECA COMENTE MUITO PRA EU PODER SABER QUE ESTÃO GOSTANDO INSTA: CRIFER_AUTORA
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