Carol me leva de volta para a casa dela. Mas, tudo que eu quero é ir para a casa. Talvez o meu pai esteja certo. Eu não deveria estar aqui, ou em qualquer outro lugar. Eu nunca deveria ter saído de casa. Tudo isso é um erro. — Você está bem? A Carol pergunta quando entramos. — Eu acho que sim. Carol... eu só queria ir para casa! Antes que ela possa me responder, a porta é aberta com força. — Carol, leva ela para o meu quarto. Ela vai ficar lá. Eu vou conseguir alguém para ajudar, enquanto ela se acostuma com tudo. — O que? Espera! Eu quero ir para casa! — Você não vai para lugar nenhum. — Como assim? Eu preciso... Ele chega perto de mim e segura o meu rosto. — Você ouviu o que aquelas garotas disseram. Se você sair daqui, com essa conversa voando longe, você não vai durar muito

