CAPÍTULO TRINTA E NOVE Cassie saía do vilarejo de carro, descendo a estrada escura e deserta. Chuva respingava no para-brisa, com os limpadores funcionando. – Não era para eu estar aqui – ela disse, medo desenrolando em seu interior. – Minhas condições de fiança não permitem. Estou fora do vilarejo e estou sozinha. – Você não está sozinha. Cassie olhou para a pessoa sentada no banco do passageiro. Não sabia que alguém estava ali, mas, ao virar a cabeça, viu sua irmã, Jacqui. Jacqui estava vestida para um jantar elegante. Seu cabelo estava enrolado, preso por um broche decorado com cristais, e seu vestido parecia novo e elegante, bem como seu casaco. – Eu consegui um dinheiro – ela disse. – Posso te ajudar. – Como? – Cassie perguntou, pois sabia que era impossível. Jacqui dificilment

