CAPÍTULO QUARENTA E TRÊS O toque agudo do celular de Cassie arrastou-a de um sono exaustivo e ela tateou para atender. – Alô? – Ela sentou-se, acendendo a luz e piscando, com a visão turva, diante das cortinas brancas do quarto de luxo onde havia sido alocada. O homem do outro lado da linha era um estranho. – Bom dia. Estou falando com Cassie Vale? – Sim, está – Cassie disse, cautelosa. – Sou Dave Sidley, da mecânica. Estamos com o seu carro. – Meu carro? – a voz de Cassie ficou aguda com a surpresa. – Sim. Sinto muito pelo atraso no conserto. Substituir os cabos foi uma tarefa demorada, mas está feito. Vou até a cidade com o meu mecânico para entregar o carro para você dentro de uma hora, se quiser. – É claro. Muito obrigada. Cassie sentia-se no topo do mundo – mas quanto isso c
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