Capítulo Vinte e Oito

1353 Palavras

“Para ser um mestre seja um bom aprendiz. Nunca se esqueça da sua raiz”   → Cacife Clandestino   O homem ouviu cada palavra em silêncio analisado atentamente as feições do rapaz. Ele parecia falar a verdade e se aquelas intimações estivessem corretas seriam responsáveis pelo fim de um problema que estava lhe causando dor de cabeça a um bom tempo.   — Você tem certeza disso garoto? — indagou o homem enquanto se recostava contra o apoio da grande poltrona antes de dar uma tragada do seu charuto.   — Sim, senhor. — Movendo a cabeça em afirmação o rapaz parecia assustado. Já havia frequentado aquele local várias vezes, mas isso havia sido a um bom tempo atrás e após algum tempo havia se tornado desnecessário.   O ambiente era extremamente sofisticado e apenas um daqueles moveis ser

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