Todos sabiam da possibilidade de outra operação, dito pela televisão. Isso fez com que becos e vielas ficassem silenciosos. Apenas quem realmente precisava, saía de sua casa. Ninguém estava disposto a saber o que aconteceria, quando começaria e quem precisaria morrer para as coisas acalmarem. — E aí, Espinho! — Naval cumprimentou, com um sorriso, estava aliviado por ver o semblante do amigo menos conturbado. Yuri acabara de chegar à boca. Não estava melhor dado todo o problema. Contudo, estava aliviado sabendo que ela estava bem! — Mano… fodeü… — Yuri falou, sentando ao lado de Naval. — Eita, qual foi!? — A gente sobe e explano… Acabei trabalhando. É uma fodä! Preciso aprender a comer putä nas folgas… a vida seria muito mais fácil assim! — ironizou, rindo de sua própria desgraça. —

