— Somos trinta. — Yuri disse, olhando para Naval. — São duas motos, cinco carros, um carro blindado. Quero entrar, render um doutor e sair com ele de ambulância. Eram por volta das cinco e meia da tarde e todos já estavam reunidos na entrada do morro, em seus respectivos veículos, aguardando as ordens para partir. Ana já deixara a casa de Tito e Naval se manteve próximo, simplesmente para garantir que o chefe não faria nenhuma loucura de uma hora para outra. — A maioria vai ficar na contenção, trabalhando em duplas. Com exceção de dois quartetos, os que vão entrar para varrer os corredores comigo e os da moto que vão aguardar do lado de forma. O blindado vai escoltar a ambulância. — Viado, ‘cê é muito bom com isso! — Naval riu. — Se não ‘tá bom ‘pra essas coisas… eu ‘tô! — Yuri sorriu

