— Briga! Separa! — Naval gritou, gargalhando. Nenhum dos dois teve real coragem para avançar, então ficaram se entreolhando, ofegantes, ansiosos. Ouvindo o amigo, Yuri passou a mão na pistola e olhou. — Porrä, Naval. ‘Tá tentando me matar? — Yuri brigou. Dara acabou rindo, acanhada, mordiscou o lábio. — Como foi? — Yuri perguntou. — A tia ‘tá descendo. Parece tranquila. Qual foi a do tiro? — Um playboy veio da putä que pariu ‘pra fazer merdä aqui! — reclamou, m*l-humorado só de lembrar. — Veio ‘pra ficar? — Não muito, mas ‘tá tudo de boa — sorriu, vitorioso. — Vou aproveitar que a tia ‘tá descendo ‘pra ir. — Dara disse. — De boa. Espinho escolta. — Naval sorriu, ladino. — ‘Bora. — Yuri falou, começando a andar. Dara seguiu logo atrás. Apesar do alto som do baile, as vielas não

