Chegando à sala do delegado, Ventura estava acompanhado da médica que deu alta para Dara. Eles conversavam bastante, muitas casualidades, riam alto com a porta aberta. — Parece que uma safada resolveu dar as caras… — A médica disse, com tom repreensivo. — ‘Cê tem sessão de fisioterapia, remédios e desapareceu!? Quer que eu te tire do serviço!? — Putä merdä… — Dara arfou, em negativa. — A gente pode conversar. — Ângelo disse. — Senhor! — prestou continência para o delegado junto a parceira. — Conversar!? — Descansem e fechem a porta. — Ventura disse, com semblante desconfiado, sinal que já esperava problema. — Tentaram matar a Câmara em casa. — Ângelo disse ao fechar a porta. — Por sorte, eu fui quem buscou e ainda ‘tava perto quando vi a louca correndo. — Quem!? — O delegado pergunt

