- Se ainda tiver força, agradeceria se me levasse. - disse em tom risonho. - Venha cá. Eu me aproximei e ele me ajudou a subir, dessa vez fomos caminhando e conversando ao longo da estrada. Sobre as aulas que ele me dava e como eu havia melhorado escrevendo e como me sentia melhor com a minha perna. Foi quando ouvimos um barulho vir de dentro da casa, onde estava havendo a festa. Nicholas me desceu e entramos juntos para saber o que estava havendo. Vi minha irmã Cecília, com os olhos faíscando em raiva e o aniversariante ensopado de vinho, porém, mantinha um sorriso brincalhão e despreocupado no rosto. - Faça bom proveito dessa sua festa seu arrogante. - A gente se vê depois, doce Cecília. Ela saiu que nem um furacão da sala, enquanto todos ali os encaravam de olhos arregalados e be

