Karan solta o ar e abaixa a cabeça, funga. Procura meus olhos: —Não estamos brigando, apenas divergindo em opiniões. Sei que não tem culpa de ser quem é... —ele diz e se aproxima, seus brilham com intensidade—você pode não acreditar, mas o que menos quero é brigar com você. Na verdade, eu gosto muito de você. Seus olhos sinceros e a amabilidade em sua voz, mexe comigo, tanto que não consigo conter um arrepio que corre o meu corpo, nem minha respiração agitada. Talvez por me dar conta que ele pode ser doce e gentil quando quer. "Sossega, coração" você acabou de constatar que há um abismo cultural entre vocês. —Ótimo. Karan se vira para a mesa e pega um kibe, meneia a cabeça enquanto o prova. —Está r**m? Ele pega um para mim. —Prove. Ele não tem gosto de nada. Você só sente o gost

