Traições

1511 Palavras
Max a virou de frente para ele ainda pressionando o corpo dela contra a parede, tomou seus lábios com desejo enquanto libertava os s***s de dentro das roupas, lambeu e os chupou com desejo fazendo a gemer alto, Max sorriu colocando sua mão dentro da calça de malha que June vestia, seus dedos hábeis procuraram diretamente o c******s de June, masturbando prazerosamente, alternando a penetrar o sexo da mulher com seus dedos. June gemia em plenos pulmões, estava começado a sentir seu corpo estremecer, a umidade de seu sexo fazia barulhos a cada movimento dos dedos de Max. Sem aviso algum ele a puxou de junto da parede jogando-a sobre o chão onde Alexys havia estado há alguns momentos, o chão estava ensopado de urina, June tentou levantar seu corpo, mas o peso do corpo de Max atrás dela a impediu de se mover. Sem sair de cima do corpo da jovem, Max com um movimento rápido, baixou a parte de trás de sua calça, levantou um pouco seu corpo apertando o rosto dela contra o chão com uma das mãos, enquanto com a outra abria a calça, June protestou: - Max, me solta. - Shiuuu! Quieta! June tentou forçar seu corpo para cima para tirar seu rosto do chão urinado, mas a sensação do m****o de Max invadindo seu sexo a desiquilibrou, o rapaz se movia com força e fundo em seu sexo, ela o ouviu gemer: - Você está tão molhada...  June gemeu baixo, gostava do jeito que Max fazia sexo, naquele dia ele estava ainda melhor, ela sentia ondas de prazer incríveis a cada movimento dele, havia esquecido do chão molhado, da mão dele pressionando seu rosto no chão. Max observava e******o o chão úmido e amarelado, fantasiava Alexy urinando sobre ele, fantasiava bebendo do meio de suas pernas, os gemidos de June o estavam deixando louco, não conseguiu adiar seu prazer e apressou seus movimentos, gozou no fundo do sexo de June. A garota não se moveu, apenas esperou que Max libertasse seu corpo, mas o rapaz não estava disposto a isso, apenas virou-a de barriga para cima, deixando-a surpresa. Max tirou as calças da moça deitada no chão, o observando, ele estava selvagem, seus olhos vermelhos e brilhantes pareciam estar atentos a todos os detalhes dela, assim que a despiu, deitou-se sobre seu corpo, observou seu rosto muito de perto enquanto voltou a masturbá-la, sentiu o cheiro dela misturado com o cheiro de urina, não se conteve e lambeu o rosto molhado com desejo. Uma sensação de prazer e nojo tomava conta de June, antes que tivesse percebido, Max estava posicionado no meio de suas pernas segurando com força suas coxas, lambendo, chupando e beijando seu c******s com cuidado e atenção, June estava quase gritando de prazer, o corpo começava a estremecer por inteiro. Ele adorava aquele momento, penetrou os dedos no sexo dela, fazendo aumentar ainda mais seu prazer, June não conseguiu conter-se, gozando nos lábios do jovem Kami que não parou ao perceber que ela já estava satisfeita primeiramente, apenas parou depois de tê-la ouvido gozar pela terceira vez gemendo o nome dele, fazendo-o sorrir vitorioso. Max se levantou quase de imediato do chão, deixando uma June ainda um pouco atordoada deitada no chão úmido, disse enquanto saía da sala: - Componha-se, você está imunda! Quero esse quarto limpo hoje, entendeu? June suspirou, respondendo: - Sim, Max. No quarto próximo àquele, um quarto azul com grades nas janelas, estava Aika encolhida sobre a cama, escondida sob o cobertor como se esse pudesse protegê-la de qualquer coisa, a garota estava apavorada, não tinha conseguido sequer cochilar com medo do que poderia estar acontecendo, estava se odiando por nunca ter conseguido se comunicar com seu Dragão, agora ele poderia salvá-la facilmente, suspirou frustrada: - Cherry Boy... O som da porta abrindo assustou Aika, que cobriu a cabeça e deitou na cama, Eton entrou no quarto olhando para os cantos procurando uma câmera, mas nada havia, colocou o jantar sobre a mesa e logo percebeu a garota escondendo se sob as cobertas, se aproximou dela rapidamente, puxando o cobertor de cima dela, assustando-a ainda mais, fazendo a gritar: - Não, por favor! Não me machuque! - Por favor, não grite, vim para ajudar. Meu nome é Eton. Eu e alguns dos caras estamos planejando tirar você daqui. Aika estava surpresa, questionou tímida: - Como? - Seu nome é Aika, você é do Clã dos Dragões, estou certo? - Sim. - Você acha que seu Dragão te ajudaria em uma fuga? Aika ficou pensativa, parecia distante. Eton escutou sons no corredor e saiu de perto de Aika, dizendo: - Pense nisso, trouxe seu jantar. Amanhã eu venho ver você, precisa de algo? Ela fez um sinal negativo com a cabeça. Eton apenas saiu apressado do quarto, tendo o cuidado de trancar a porta assim que saiu. No corredor deparou-se com June com as roupas molhadas e sujas, ele a observou curioso, mas nada disse, apenas a deixou seguir seu caminho. Na manhã seguinte muito distante dali, um grupo de cinco homens vestido em ternos caros e bem cortados andavam pelos corredores da grande empresa pertencente ao Clã Miyamoto, os homens dirigiram-se a uma das secretárias, anunciando: - O senhor Yukio está nos aguardando. - Só um instante, por gentileza. Disse uma das secretárias enquanto outra dava um rápido telefonema a seu chefe, levantando se para guiar o grupo até a porta do escritório. Os rapazes a seguiram em silêncio por um breve caminho até que essa abriu a porta com um sorriso nos lábios para que pudessem entrar na sala, atrás de uma grande mesa estava Yukio de pé, olhando os entrar em sua sala. Tom, o líder daquele grupo, questionou: - Senhor Yukio, em que podemos ajudá-lo? - Tom, senhores, os chamei aqui a pedido do meu pai. - Senhor Hiroshi? - Sim! A senhorita Aika, filha de nosso Líder Susumo, está em poder da Casa de Carne, com toda a família do namorado dela. Para aqueles que não estão cientes, Aika tem um relacionamento com o neto de Richard Manhães, o Sócio de Víbora.  - Quando iremos investigar o que está ocorrendo? - Vão imediatamente investigar qual a posição de Víbora sobre o sequestro de Richard e sua família. - Sim, Senhor Yukio. Antes que Tom e seus homens saíssem, Yukio senta-se atrás de sua mesa, seu ar era sério, cruzou as pernas e fixou os seus olhos azuis muito claros e acinzentados, não importava como ou o que se soubesse sobre Yukio, era impossível não ficar apreensivo na presença dele, informou calmamente as verdadeiras ordens que recebeu de seu pai:   - É importante que jamais recuperemos Aika. Creio que não seja segredo para nenhum de vocês a posição de meu pai sobre seu irmão, embora Susumo seja o mais velho dos membros de nosso Clã, é bastante claro que, Black Star não possui um quinto do poder que Tricker possui. Um dos homens na sala acrescenta ainda: - E os descendentes de Susumo nem ao menos conseguem controlar o poder de seus Dragões. Nem ele mesmo consegue controlar o próprio Black Star. - Exatamente. Acrescentou Yukio, Tom escutou atentamente questionando: - Se o senhor Hiroshi deseja tomar a liderança do Clã para si e sua família… Falo por todos aqui, que tem nosso total apoio, se assim desejar nosso futuro Líder, a senhorita Aika jamais aparecerá com vida.  Yukio deu um discreto sorriso fazendo um sinal positivo com a cabeça, dizendo-lhes: - Não preciso dizer para serem discretos sobre a conversa que tivemos hoje. - Não, Senhor Yukio. - Podem ir. O grupo saiu com pressa da sala de Yukio. Nada se sabia sobre sequestro dos Manhães e muito menos o que motivou o sequestro de Aika, nem mesmo a polícia parecia ter pistas sobre isso, no departamento de polícia local Hélio, o chefe do setor de investigações, trabalhava com afinco no desaparecimento de seu colega e amigo, Miguel Manhães, e sua família de forma misteriosa de sua residência. Investigava todas as informações sobre a família, o passado de Suzanne, que se formou em medicina em uma renomada faculdade, chegou até mesmo a trabalhar alguns anos como cirurgiã, isso apenas nos primeiros anos de casamento com Richard. Para Hélio, os negócios de exportação e importação de Richard não eram claros, deixavam muitas margens para questionamentos, não conseguia muitas informações sobre isso, outro assunto que não havia informação era sobre a adoção de Miguel pelo casal, havia apenas um documento passando a guarda do garoto para eles, não existiam informações sobre o menino antes de ser adotado, não fazia o menor sentido, era como se este houvesse surgido na face do universo. O velho tragou algumas vezes seu cachimbo, como se aquilo fosse ajudá-lo a entender o que ocorria, a intuição do velho investigador lhe dizia que havia muito mais naquele caso do que os olhos podiam ver. Olhou para o lado direito de sua mesa, e lá estava o dossiê que Richard havia-lhe entregado, pegou a pasta grossa nas mãos e decidiu analisar aquelas informações.
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