P.D.V de John — Ele é meu companheiro. Por favor, não lutem — a voz dela saiu firme, mas havia súplica nos olhos. — Eu o amo, pai. E o escolhi. Ele já me marcou. Aquelas palavras me congelaram por dentro. Pai? O impacto foi imediato. Minhas pernas enraizaram no chão, e Helionox, na superfície em modo protetivo, rosnou, mas recuou. Não podíamos — jamais poderíamos — ferir a nossa companheira. Qualquer dor imposta a ela seria como rasgar nossa própria alma. O vampiro me encarava agora. Firme. Inabalável. Seus olhos eram de um vermelho intenso, mais puxado para o rubro — profundos, penetrantes, como brasas incandescentes prestes a consumir tudo ao redor. Os cabelos castanhos, levemente ondulados, caíam com elegância sobre os ombros. A pele, branca como mármore polido. Ele devia ter, no

