As portas se fecharam com um som seco. Por longos segundos, ninguém falou. O salão do conselho, acostumado a debates acalorados e vozes sobrepostas, permanecia imóvel como um campo de batalha após o choque inicial. O conselheiro mais velho foi o primeiro a respirar fundo. — Pelos deuses… — murmurou. — Ela falou como um general. — Não. — corrigiu outro, ainda pálido. — Falou como Ewan. Um terceiro passou a mão pelo rosto. — A frieza… a precisão… — disse. — Nenhuma palavra desperdiçada. Nenhuma brecha. — E perceberam? — comentou um dos mais jovens. — Ela não pediu autoridade. Ela simplesmente a exerceu. Silêncio novamente. O mais velho apoiou as mãos na mesa. — Quando sugerimos que o rei precisava estar presente… ela não se ofendeu. Não se explicou. Apenas afirmou o fato. — Isso

