O vale já não era aberto. Era um amontoado de corpos, escudos partidos e lama mistura a sangue. O choque inicial havia passado, e agora a batalha se transformara no que Ewan conhecia melhor: confusão controlada. Ele estava no meio dela. O cavalo Mòr avançava e recuava conforme Ewan ordenava com o peso do corpo e o toque dos joelhos. À esquerda, viu a infantaria de Caerwyn tentar fechar uma cunha. Antes que se consolidasse, Ewan ergueu a espada e gritou: — Segunda linha, três passos à frente! Flanco esquerdo, abram! As ordens foram executadas quase instantaneamente. Os homens não perguntavam mais por quê. Apenas quando. A cunha se desfez. Homens de Caerwyn tropeçaram uns nos outros. Ewan desceu sobre eles. Um golpe vertical, outro horizontal. O som do aço encontrando osso. Um inimigo

