Torcida invisível

663 Palavras

Caneta: Entrei na sala assoviando baixo. Não era música era distração de mente ocupada. Quando eu assovio… é porque alguma peça do jogo acabou de virar. O Doguinha tava encostado na estante, braço cruzado, celular na mão. Levantou o olho assim que me viu. — Doguinha: E aí, chefe... o que ela fez? Fechei a porta com calma fui até o bar, servi dois dedos de uísque. — Caneta: Ela não recuou nem pestanejou. Corrigiu o mapa apontou armadilha. Falou o que ninguém tem coragem de falar na minha frente. O Doguinha ergueu a sobrancelha, intrigado. — Doguinha: Ela te enfrentou? Dei um meio sorriso. — Caneta: Não é bem isso ela me leu e respondeu na mesma língua. Sentei na poltrona cruzei as pernas girava o copo na mão como quem saboreia mais o raciocínio do que a bebida. — Caneta: Ela

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