capitulo 25

1120 Palavras

Eu bato meus dedos espertamente na porta do escritório. Já não me sinto nervoso e assustado como da primeira vez que bati timidamente nesta porta. Daisy está bem e eu já sei todos os passos dessa dança. Talvez até de olhos fechados. — Entre! Zeus chama. Mantendo meus ombros retos eu empurro a porta e, caramba! Os sanduíches não digeridos no meu estômago dão pequenas cambalhotas. Seu cabelo está úmido e ele está vestindo uma camisa creme que expõe sua garganta forte. O poder bruto e a masculinidade me tiram o fôlego. Eu me preparo para não reagir. — Bom dia — cumprimento. Externamente, sou tão legal quanto um pepino, interiormente, uma bagunça irracional e quente. Ele não perde tempo com gentilezas. — Sua buc*eta está nua debaixo desse vestido? Ele pergunta. Maldito seja. Se era sua

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