Eu levanto meus pés sobre a mesa e fico em uma posição agachada. Cheirando a s*x*o, arrasto meus sei*os ao longo de seu corpo até que meus mam*ilos eretos roçam seu rosto e estou uma cabeça mais alta que ele. Apoiando minhas mãos nos planos de seu peito duro, nossos rostos se aproximam perigosamente, separados apenas pelas barras de ferro fundido da desconfiança mútua. Seus olhos, tão radiantes que são azuis, olham de volta para os meus. Enervante. Lindo. O que ele está vendo, eu me pergunto. Febrilmente, eu seguro suas bochechas entre as palmas das mãos e pressiono minha boca contra a dele. Um longo gemido aprisionado escapa. Nós beijamos. Beijo? Não, ele abre a boca, nossas línguas se enroscam e nos seguramos firmes, e bebemos pó*rra. Tão profundamente que é como se fôssemos nômades do

