ZEUS Eu deixei seus nomes desaparecerem há muito tempo. Eles ainda estão aqui no cemitério da minha alma, arrastando seus corpos desmembrados, me xingando e xingando, mas eu não os ouço. Dominei a arte de fingir que o sangue escorrendo do meu cabelo é minha coroa, minha coroa líquida. Mas ela veio, e como uma pá cortando à terra ela está revirando coisas esquecidas, coisas enterradas. Comecei a ouvir suas vozes. Fracamente, mas chegando mais perto... — Alexandre! Meu pai chama de sua alta poltrona de couro que é tão grande quanto um trono. Deixo meus soldados de brinquedo em suas formações de batalha no chão do meu quarto e corro para ficar ao lado de seus joelhos. — Sim, Papai. Estou admirado como papai. Ele é alto e forte com antebraços carnudos como pernil de presunto. Ele pode lev

