Evito que o meu maxilar bata no chão. Só para esclarecer. Porque eu posso não ter entendido direito já que estamos no século XXI. — Você quer que eu seja sua escrava? Os seus lábios curvam-se num sorriso malicioso. — Escravo s*x*ual. Há uma grande diferença. — Sim, eu estou acordada. Ele que é um louco doentio. E pensar que acabei de me sentir culpada pelos meus pensamentos! — Você está brincando comigo, não está? Eu pergunto perplexa. A minha voz é bastante suave tendo em conta a natureza assassina dos meus pensamentos. — Não! Diz ele calmamente. — Eu sinto em te informar que eu tenho um namorado, OK? Eu digo demostrando toda a minha fúria. Ele fala de uma forma, casual e desinteressado. Então espero que ele seja um homem compreensivo. Ele diz. Eu abano a minha cabeça em descrenç

