Meu corpo treme de dor. Sinto como se estivesse em um barco que está afundando lentamente. Logo a água vai engolir tudo. — Nada? Eu ouço minha voz perguntar. — Nichego! Há uma tristeza melancólica em sua voz. -Isso é russo para nada?' Eu pergunto olhando para seu rosto, procurando por aquele sinal de emoção. Ele concorda. Eu pressiono meu rosto em seu peito para que eu não possa ver seus olhos. Para que ele não possa ver como estou magoada. — OK. Se realmente não temos nada depois disso, por que você não pode me contar seus segredos? Você não tem nada a perder. — Ahhhh, raposinha. Você não sabe, o rei nunca é morto por seus inimigos, mas por seus cortesãos? Pelas pessoas em quem ele confiou seus segredos. — Você acha que eu trairia você? — Não sei. O que você acha, pequena? Se

