—Você já está entediado? —ele pergunta, erguendo meu queixo. Balanço minha cabeça de seu peito. —Só acho que meu corpo estava exausto—, digo, sorrindo. —Vamos para casa, isso tem sido super chato —ele faz uma careta com os lábios. Ele se levanta do sofá e estende a mão para me ajudar a levantar. —E por que você veio? —Pergunto passando a outra mão pelo vestido. Ele encolhe os ombros enquanto nos dirigimos para a saída. —Política mafiosa, embora Franco literalmente me tenha forçado—, explica. Eu rio, cobrindo a boca com as costas da mão. —Mas você não deveria ser o chefe. Ele passa a mão pelo cabelo bagunçando-o, parece entediado e cansado. —Bem, às vezes quando ele está certo eu tenho que ouvi-lo. —Isso se chama maturidade—, esclareço, cercando sua cintura e me pressionando cont

