Olhando em volta disfarçadamente entramos no escritório, fecho a porta e tranco-a antes de olhar ao redor da sala. -Ter...? Franco e eu sacamos nossas pistolas ao mesmo tempo, fazendo o médico deixar suas palavras no ar. —Sente-se—, ordenou ele, apontando a arma. Sem refutar ele fica sentado em sua mesa olhando para nós assustado, muito pouco viril da parte dele, mas isso só vai facilitar as coisas. —Recomendo que você não tente nada porque meu amigo aqui é narcisista —Franco aponta a cabeça para mim. —. Bem, só queremos saber uma coisa, um pouco de informação: você pega seu telefone e joga nele? —. Você serviu aquela garota? Tremendo, ele segura o celular e olha para a tela. —Atendo muita gente, não lembrava—, diz ele entre as páginas, olhando para nós com nervosismo. —Ah—, eu dig

