Eu apertava meus dedos, enquanto fitava o painel do carro a minha frente. Wellington estava ao meu lado, encostado no banco, enquanto balançava o volante para lá e para cá. Estávamos parado na rua da minha casa, porém algumas casas antes da minha. Já era madrugada e depois de ver o Pedro, finalmente paramos para conversar. No entanto, nenhum de nós dois dissemos sequer um 'a'. Eu não fazia a mínima ideia do que dizer, até porque não tinha a intenção de ter essa conversa tão cedo. Quem me chamou pra trocar ideia foi ele, então o certo era ele começar a falar logo. Rafaelly: Wellin... Neguinhi: Eu sei lá... Sinto a sua falta..- franziu a testa, ainda encarando o volante. Meu coração na hora pareceu parar dentro do meu peito. Dois segundos depois, acelerou de uma forma que cheguei a me

