Capítulo 58 MARINA NARRANDO 👷🏼♀️ Depois que a Jéssica enrolou o Malvadão daquele jeito surreal sobre a música, a gente se jogou. Dançamos, bebemos, demos risada como se o mundo fosse acabar amanhã. Fazia tempo que eu não me sentia tão... livre. A cabeça leve, o corpo solto. Tava me permitindo viver, mesmo sabendo que podia dar r**m. O pagode parou e começou a bater o funk pesado. A Jéssica já tava meio alta, e eu… bem, eu tava mais pra “perigosa” do que “responsável”. Ela subiu na mesa me puxando junto. — DESENROLA, BATE, JOGA DE LADINHO! — ela gritou, empolgadaça. Dei um tapão na bundä dela e gritei de volta: — Rebola essa rabä, amiga! — Com certeza! Em segundos, juntou uma galera em volta da gente. O pagode parou. Tava geral nos filmando, batendo palma, gritando. O sangue tava

