Passo meu dedo pelo pingente de cereja da minha pulseira, ainda uso a pulseira que Lynch me deu de aniversário. Devia odiar ela, por ser um símbolo de todas as suas mentiras. Mas ainda gosto dela, é como se fosse uma doce ilusão. Depois de pensar bastante... não quero que meu filho cresça igual a mim. Quero o melhor para ele. Se for um menino, ele será herdeiro de toda máfia parisiense, não posso negar seu direito de nascença, seria egoísmo demais da minha parte. Sinceramente, não tenho vontade nenhum de olhar para a cara de Lynch, mesmo sentindo muita saudade de Mila e dos outros. Não posso pensar apenaz em mim agora. Estou aqui parada no lugar que marquei, primeiro preciso ter uma conversa com ele. Não me sinto confortável em voltar para casa, mas farei isso pelo meu filho. A imagem

