Aos poucos as duas mulheres se afastam do beijo, Bruna ainda acaricia o rosto da maior, assim como Juliana faz com os seus braços, quando se encaram, há um brilho novo nos olhares, o que fez ambas caírem na gargalhada, é um sorriso libertador. - Obrigada por me contar. Ao se olharem de novo, Bruna entende que também tem que falar sobre si, coisas que também são dolorosas. - Não precisa agradecer, eu fiz por nós, esse é o meu passado, trazer você aqui em minha casa é a prova de que segui em frente, seja com você ou outra pessoa, eu enfim superei, tenho que admitir que parte do mérito é seu, porque me fez ver o que eu estava perdendo muito pelo luto. Ele sempre existirá, mas eu não preciso ser infeliz, Marina iria querer a minha felicidade. _ A professora sorri e se senta de

