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783 Palavras

Narrado por Francesca A dor não começou como uma dor. Era um incômodo discreto, quase imperceptível, uma leve pressão no abdômen que eu tentei ignorar. A casa estava silenciosa, e eu me movia como uma sombra, isolada naquele lugar escondido, longe dos olhos de Alexei, longe do mundo... e longe de Paolo. Acordei mais cedo do que de costume. O sol m*l havia tocado o céu, e eu já estava na cozinha tentando preparar um chá para acalmar a náusea que, nos últimos dias, havia se tornado uma constante. Eu estava estranha. O corpo cansado, os s***s sensíveis, o humor oscilando entre o desespero e a melancolia. No fundo, algo dentro de mim gritava por atenção, mas eu me recusava a escutar. Não podia. Já tinha preocupações demais. Mas naquela manhã, quando me dobrei sobre a pia, vomitando a água q

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