Se sentia quente e confortável, mesmo em seu interior sabendo que estava nua, apenas com os ombros de fora. Com muito sacrifício consegue abrir os olhos, precisando semicerra as pálpebras por causa da luminosidade do ambiente. — Está quase levando você para o hospital — Uma voz extremamente familiar a faz virar o rosto, encontrando Matteo sentado na poltrona ao lado da cama. Ele diminuiu um pouco a luz do abajur, apoiando os cotovelos nos joelhos ao se inclinar para frente. — Mas seria difícil de explicar o que havia acontecido com você – continua. Respira fundo, seus olhos fixos nos de Matteo. — ...você sorriu para mim — sussurra. Ele ergue uma sobrancelha. — E qual a surpresa nisso? — Você sorriu — Ela concluiu que realmente estava sem roupa ao erguer o lençol — Onde estou? — Se

