Capitulo XVIII- Enri Albartelli

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Acordei em meu horário habitual, mas algo fazia falta na cama, deslizei a mão em busca da pequena miniatura deliciosa ainda de olhos fechados, o calor do seu corpo nem mesmo foi existente aqui, pelo menos isso é o que demonstra agora. Abri os olhos, insatisfeito, não somente com a sua ausência, mas com o jeito que eu odeio a sua ausência. Preparei-me para mais um dia, é um daqueles, tive certeza. Desci as escadas pensativo, quando ela saiu? E como? Somente deixando uma calcinha de oncinhas no meu banheiro, diabos esta mulher saiu usando? – Bom dia mãe! – Beijei a sua testa ao me aproximar, sorriu amplamente com o meu beijo. – O que houve? Esta com um ar de felicidade querido? – Examinei-me, não, na verdade não há razões para não ser feliz quando se é Enri Albartelli. – Sou seu filho! Erg

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