Capítulo XXXIV- Enri Albartelli

2010 Palavras

A mulher simplesmente não havia me perdoado depois da transa, depois do nosso momento na sala, dava pra perceber isto pela mensagem. - c*****o! - Hesitou ao ler a mensagem me mandando procurar outra mulher, era o carma me dando uma resposta, eu queria me afogar em seus cabelos, aquecer-me na sua pele, no meio da noite. Mas Ania está coberta de razão, me tornei um destes homens clichês, chiclete que vicia numa mulher por qualquer motivo, o pior é que ao lista nos dedos, não havia tantas qualidades assim. Eu quis ter uma razão para lhe querer tanto, apenas uma evidência para que eu pudesse entender de qual natureza ela me fazia ficar tão satisfeito, tão completo. Palavras não se agregavam aos sentimentos, estando preso e fascinado nela, bebi algumas doses de uísque, enquanto Assis e Elto

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