NOAH MONTEIRO Pego a BR-356 e em tempo recorde já estava em Belo Horizonte. Henrique pediu para vir comigo para dar suporte e eu não neguei; assim como eu, ele está preocupado com o que pode ter acontecido. — Aonde estamos indo? — questiona. — À casa dos pais de Suzane, temos que começar por lá. Depois, no endereço desse tal Júlio — murmuro. E não demora muito já estávamos em frente ao portão da mansão deles; como os seguranças me conhecem, deram passagem para entrar. Estaciono o carro bem na entrada e saio feito um foguete em direção à porta de entrada; sem mais nem menos entro na casa e começo a vagar pelos cômodos, buscando por algo. Subo as escadas correndo e Henrique me ajuda a vasculhar cada quarto, até que... — Noah, querido. Amor, estava te esperando. Gabriela está amarrada

