Por favor ajude-me

2129 Palavras
[Capitulo 3]                Samantha Point of View        Por um instante foi como se tudo voltasse, como se o mundo todo parasse e só existisse eu e ele, ali frente a frente, olho a olho, mas quando ele desviou esse instante terminou, o mundo voltou ao normal, tão vazio como era antes.    - Não- Murmurei contendo a raiva e saudade, talvez tentando criar um yin yang dentro de mim em busca de equilibrio    Foi como se passassem flashback's na minha mente, foi só eu o encarar e tudo veio a tona, o primeiro encontro, o último, tudo, ele estava bem ali na minha frente, sentia meu sangue congelar, eu tentei lhe preparar para isso, meu subconsciente lembrou más eu não conseguia distinguir as conversas para o espelho ao Nick de verdade cara a cara, eu estava parada, ele estava á minha frente, estava pronta para lhe gritar e mostrar o quão r**m eu estava por dentro porém não o fiz.        Contive as lagrimas que se formavam junto aos nós da garganta, não podia parecer tão frágil pelo menos uma vez na vida, limitei-me a sair o mais rapido que pude, escutando cada vez mais longe as meninas a me chamarem, eu não queria sair correndo desse jeito mas não tive outra reação á não ser essa.    Já estava perto da saída do shopping quando o meu celular toca, não dou muita atenção e continuo a andar com rápidos e Largos passos.O barulho do celular continua me fazendo sentir irritação, era as meninas com certeza elas estavam preocupada mas não queria atender-la, não agora, desliguei o celular saindo do shopping.        Nick Point Of View    - Ela desligou o celular- A Hanna disse me fazendo sentir raiva de mim mesmo, mas eu também não sabia dessa história, segundo o liam e o Harry, iríamos resolver algo importante, só juntei os fatos depois que chegamos aqui e o Harry disse que encontraremos as meninas, confesso ter esperanças na Samantha mas ela está quebrada e eu me sinto o culpado, você é o culpado, cala a boca puto interior    Não iria mais ficar aqui, não há nenhum motivo    - Ei Nick, onde vai? - O Liam perguntou    - Espairecer- Disse frio saindo de perto deles, pude ouvi a Hanna a dizer "fiz m***a"        Droga, Não acredito que fui capaz que fazer tanta m***a de uma vez, é incrível o meu poder de acabar com qualquer um que ame, todos, sem exceções, por isso que não vale a pena amar ninguém, de que adianta se apegar á algo ou alguém sabendo que mais cedo ou mais tarde ela vai chorar por sua causa e você vai perceber que está perdidamente apaixonado pôr ela mas ela te odeia, com ela você quer dizer Samantha, sim, quero dizer Samantha        Deixei um pouco essa história de lado e fui até onde me faria bem, me ajudaria a melhorar nem que fosse um minuto,está claro que a Samantha não quer saber de mim, f**a-se não vou ligar mais para isso, amor é perda de tempo, não era para está tão envolvido com a Samantha, fui longe demais.        Samantha Point of View        Depois de alguns minutos cheguei em casa, derrotada, isso tudo está a mim deixar tão exposta de certo modo, talvez seja muitos acontecimentos porém não á pior corvadia do que a minha, eu deveria ter-lo enfrentado, o mostrado o quão me sentia em relação a ele, mas como já esperado eu sai de lá como uma criança assustada, para falar a verdade eu me sinto assustada com tudo isso.        - O que houve querida? - Eu já havia entrado em casa e me deparado com o Alexander que estava a ler algo, este pergunta me olhando como se eu fosse um animal desconhecido, eu não tinha mais confia nele para lhe explicar por isso segui em frente até o meu quarto ouvindo passos atrás de mim, primeiro odiava que me chamasse de querida, suava de modo falso e segundo, o Alexander mostra tanta falsidade ao falar essa palavra que só reforça ainda mais o meu modo de pensar    - Samantha me explique o que aconteceu, porque está chorando? -Ele volta a insistir, me fazendo perceber o quão será dificil me livrar dele- Samantha pare já- Voltou a gritar agora irritado, corri um pouco até o quarto o trancando em seguida ouvindo fortes murros do outro lado com pedidos para abrir a porta, por mais que estivesse obvio que eu não iria abrir ele continuava, até que com vários pedidos sem permissões ele cessou, agradeci por ele o ter feito, porém como sempre não se deve acreditar cem por cento em algo.    Após me distanciar da porta ouvi uma chave ser posta na fechadura, em seguida a porta ser destrancada, revelando um homem furioso caminhando em minha direção, me fazendo recuar alguns passos .        (Apartir de agora é um pouco "forte" enfim, ler se quiser)        - Escuta aqui Samantha - Disse me segurando pelo cabelo com certa força me fazendo o encarar, sua expressão era tão irritada que não podia evitar sentir medo e junto a isso, senti as minhas lagrimas a escorrer, mas não o iria mostrar o quão fragil eu estava por isso limpei as lagrimas e o encarei mesmo com medo dele- CANSEI DE BANCAR O PAPAI PERFEITO, CANSEI DE ATURAR ESSA SUA INDIFERENÇA, QUANDO EU LHE CHAMAR É PARA VOCÊ PARAR E NÃO DAR AS COSTAS ESTÁ OUVINDO? - Ele gritou no meu rosto me fazendo fechar os olhos e derramar mais lagrimas, porém estava com raiva o bastante para o enfrentar de cabeça erguida independente de quais sejam as consequencias        - NÃO ME GRITE- Disse alto o encarando, ele fez uma careta de raiva soltando o meu cabelo porém dando-me um t**a forte no rosto me fazendo parar no chão, se abaixou novamente me segurando pelo cabelo, fui levantada obrigatoriamente enquanto o encarava, eu nesse momento estava com a respiração acelerada por conta da adrenalina e do medo mas ainda o enfrentava        - EU VOU LHE GRITAR QUANTAS VEZES QUISER PORQUE EU SOU O SEU PAI- Ele voltou a gritar enquanto me olhava com raiva    - Você não é meu pai você é um e******o, um monstro - Cuspir as palavras em seu rosto me arrependendo no momento seguinte quando senti seu punho fechado em direção ao meu rosto me fazendo parar novamente no chão porém com uma batida mais forte, gemi de dor enquanto levava a mao a cabeça, afim de fazer com que parasse o que não adiantava    - Cale a boca - Disse retirando o cinto que usava    - Pare por favor Alexander - Ouvi a voz da minha mãe enquanto procurava folego, parecia ter corrido mas agora estava na porta do meu quarto, eu agradeci mentalmente por ela ter aparecido, ela caminhou para vim até o meu lado porém o Alexander a impediu    - Não dê mais um passo Marie - Ele disse frio    - Mãe por favor...- Fui interrompida ao senti o cinto na minha perna me fazendo gritar junto a minha mãe, foi forte demais, todas as lágrimas saíram com força enquanto sentia o local a latejar, podia jurar que se eu sentia desprezo por ele antes agora nao conseguiria nem ter um real significado para dizer o que sinto    - Alexander por favor ...- Minha mãe insistia chorando mas eu sabia que nada iria adiantar    - Marie cale a boca antes que sobre para você - Ele gritou    - Alexander ela é sua filha - Minha mãe continuava em meio aos choros fazendo com que minha dor aumentasse ainda mais, estava com o rosto ferido e a perna á arder mas vê a imagem da minha mãe a chorar me machucava muito    - Por ser minha filha mesmo que eu irei educar como você não foi capaz de educar sua p**a - Ele disse se abaixando e me puxando pelo cabelo me fazendo soltar um gemido m*l conseguindo me equilibrar em pé - Era assim que você gemia para aquele desgraçado? Voce esta chorando por causa dele não é? - Ele gritou no meu rosto enquanto me obrigava a encará-lo, eu ainda continuava a chorar mas agora era de raiva    - Tenha certeza papai que era mais alto - Disse o desafiando pouco me importando se eu esteja a assinar minha sentença de morte ou em quanto o seu nivel de paciência esteja baixo, eu pude sentir todo o meu corpo gelar quando olhei em seus olhos mas foi por pouco tempo, ele deu-me um t**a com muita força fazendo um belo estalado , depois segurando forte no meu maxilar obrigando-me a olha-lo    - SUA v***a - Voltou a gritar me dando um murro na boca resultando em uma queda com tudo no chão e uma batida na cama junto á um grito e sangue, me doia até a alma, foi pior do que as surras anteriores, até por que nunca levara uma dele mas de qualquer maneira, senti uma vontade imensa de vomitar    - Alexander Por favor, lhe imploro...    - Cala a boca Marie não no que essa menina se transformou? - Ele a interrompeu- Agora eu irei mostrar a Samantha que não criei filha para sair dando ao primeiro puto que aparece    - Eu não sair dando ao primeiro que apareceu - Gritei chorando recebendo uma risada ironica que logo foi substituida por um olhar de raiva e junto com ele outra vez o seu cinto foi usado, a força do seu punho era extrema e fazia com que o mínimo toque me doesse muito imagine a sua força junto a raiva de ser desafiado.    Ele me jogou no chão e caminhou até a porta, pensei que a sessão tortura estivesse acabado mas não, ele segurou no braço da minha mãe e a jogou para fora do quarto, o traçando em seguida, podia senti o medo invadir ainda mais o meu corpo junto ao ódio e a raiva, eu estava sozinha com ele e nunca havia chegado a minha mente a hipotese de que se eu tivesse forças mataria esse monstro mas sempre á uma primeira vezz a tudo    - Eu sinto tanto desgosto de ter criado uma p**a- Ele disse pegando o cinto e o levando em direção ao minha barriga me fazendo chorar e gritar ainda mais - v***a, é isso o que você é - Continuou com os insultos enquanto me batia com força e eu soltava gritos desesperados - Seu lugar é em uma casa de prostituição pois é isso o que você sabe fazer de melhor não é? -Ele disse me fazendo sentir-me uma miserável, um lixo, o pior é isso tudo ser vindo do seu pai, mas agora eu tinha a certeza de que eu não tenho um pai- Imagine o quanto o Nick riu nas minhas costas enquanto lhe fudia -cuspiu as palavras com repugnância    - Está a me deixar pior, por favor pare - suplico já não aguentando de dores    - E ainda iria ter um neto com aquele sangue - Voltou a me bater com mais força ignorando o meu pedido, ele se abaixou me fazendo recuar um pouco - Isso é para o seu bem Samantha, estou lhe abrindo os olhos, o Nick não presta - Ele disse em tom normal como se fosse um conselho    - E você presta? -Disse irônica recebendo mais um t**a forte me fazendo cuspir sangue no chão do quarto, ele soltou um suspiro    - Você irá me agradecer minha filha, espero que você aprenda a lição de não envergonhar o seu pai- Ele disse alisando a minha face com um sorriso, que monstro -Também não foi fácil para mim fazer isso mas entendo que o esforço irá valer a pena - Sorriu levantando e saindo do quarto.    Que nojo, como o odeio, com todas as minhas forças que no momento são poucas mas f**a-se, levantei o olhar para cima da secretaria vendo o meu celular ainda desligado, me arrastei o pegando e ligando no mesmo momento, após o feito que demorou alguns poucos minutos, disquei o primeiro número que me veio a mente, enquanto esperava passei a língua pelo meu lábio sentindo o gosto do sangue, o celular estava desligado d***a, disquei outro sentindo uma dor de cabeça forte    - Por favor atende - sussurrei chorando ouvindo alguns passos no andar em que estava    - Alô - No mesmo momento em que atendeu a porta do meu quarto abre revelando o meu pai    - Samantha vim dizer que ...- Ele olhou para a mão que estava com o meu  celular- Com quem está falando?- Perguntou com idicios de irritação    - Alô Sam- Voltei a ouvi na chamada, era por um fio mas antes do meu pai entrar no quarto eu conseguir dizer uma frase    - Por favor, me ajuda ...   
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